Tuesday, March 04, 2025
CHINA : À FRENTE NO CAMINHO PARA UM MUNDO MOVIDO PELAS ENERGIAS RENOVÁVEIS
Tuesday, July 07, 2020
SUBSÍDIOS SUJOS
descontos no gasóleo agrícola e no combustível dos aviões. A força do lobby é clara. E ameaça todos os planos “verdes” da União Europeia"
"O petróleo, o gás natural, até o carvão, a aviação civil ou o sector automóvel estão dentro dos governos e nos corredores da omissão e do Conselho [europeus] - Viriato Soromenho-Marques"
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Correl . - UMA BOMBA DE HIDROGÉNIO
Thursday, December 29, 2016
NOTÁVEL POUCO NOTADO
Monday, March 30, 2015
ENERGIAS CONTRÁRIAS
Para outros, o recurso aos recursos renováveis de produção de energia é condição necessária à redução da nossa elevada dependência externa de recursos não renováveis e à garantia de um ambiente suficientemente limpo, condição necessária ao desenvolvimento sustentado do turismo, o sector mais dinâmico da nossa economia. Aliás, a provar que a opção pelo eólico não é resultado de uma estranha eólicomania portuguesa está o no facto de a capacidade eólica instalada e prevista para os próximos anos estar a progredir aceleradamente em países com recursos energéticos tão diversos como a China, os EUA (o parque Horse Hollow, no Texas é o maior do mundo), Alemanha, Espanha.
Estes, alguns dos argumentos dos pró-eólico. Os outros, dizem estes, são pró-nuclear. Porquê?
Porque há muito que afiam o dente.
Monday, April 29, 2013
DÉFICE, VENDE-SE
- O défice? O défice está esgotado. Agora terão de se entender com o chinês.
A diferença entre défice, crédito e dívida nunca terá sido tão subtil como neste caso.
Wednesday, May 16, 2012
UM DESEJO CHAMADO CARRO ELÉCTRICO
É o que se deduz de um gráfico publicado recentemente no Economist.
A propósito: Quantos veículos eléctricos se contam nas frotas do Estado português? Provavelmente, nenhum. A suspeita do especialista ouvido pela Antena 1 pode ter algum fundamento: o carro eléctrico é bom para os outros.
Sunday, March 18, 2012
RENDAS DE MELROS
Então, a anulação súbita dessa supostas rendas, sem contrapartidas, apos a venda das acções pelo próprio Estado, significaria que o próprio Estado(cjto dos contribuintes) teria andado a «vender gato por lebre»...
- ... Concluo que não refutas que a EDP é rendeira.
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Cor. - Aqui : La Moncloa forzó que el marido de Cospedal renunciara a Red Eléctrica
Sunday, February 13, 2011
O MUNDO, AMANHÃ
Wednesday, September 22, 2010
Monday, August 30, 2010
O JOGO DAS ESCONDIDAS
Wednesday, August 18, 2010
A GUERRA DO PETRÓLEO
Se Obama vai ou não conseguir atingir os objectivos de libertar a América da corrente que a amarra aos senhores do petróleo (no Médio Oriente, na Venezuela, na Rússia) não sabemos. O que sabemos é que, enquanto essa amarra subsistir, a guerra continua, ainda que com algumas alterações nas frentes de batalha.
Monday, August 16, 2010
A GUERRA DO PETRÓLEO
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Sunday, March 21, 2010
SE
Já o se voltado para o futuro é a única atitude que germina progresso. Sem o se só há rotina e adiamento. Se não faz sentido regressar ao passado para moldar um presente diferente é imprescindível equacionar o futuro quantificando os efeitos prováveis dos ses actuais em confronto. Se Portugal abandonasse o euro e voltássemos ao euro ganharíamos ou perderíamos com a troca?, não é uma questão absurda mesmo que não seja, por enquanto, levantada por qualquer das forças políticas representadas no Parlamento. Se a situação económica continuar a degradar-se a ponto de degenerar em conflitos sociais imparáveis, o euro surgirá mais tarde ou mais cedo como o bode expiatório a abater abarbatado pelo demagogo do dia.
.Por aqui ainda não foram feitas as contas que possam desarmar os argumentos jogados como quem joga entre amigos, à cavaqueira. O que me espanta é a discussão entre académicos (em inglês, o que lhes pode dar distância mas não dará consistência) não respaldada em algarismos.
Thursday, August 06, 2009
FALAR CLARO
Tuesday, January 13, 2009
DESEQUILÍBRIO NATURAL
O liberalismo económico, na versão moderna modelizada por Hayek, Friedman e os seus seguidores, sustenta-se no princípio da eficiência natural dos mercados conduzindo-os para o equilíbrio natural. Por extensão do mesmo raciocínio doutrinário, congratulam-se efusivamente os neoliberais com a vaga de frio que faz tremer o queixo a gente que não anda muito habituada a isso, e é facilmente induzida a acreditar que essa badalada questão do aquecimento global é uma treta, dando por provada a sua tese que o ambiente não precisa de ser protegido porque ele, naturalmente, se protege.
Devo reconhecer, contudo, que quando li as referências a este relatório* do prof. Alex Wissner-Gross também eu pensei que algumas contas deveriam estar erradas uma vez que, suponho eu que sou leigo também nesta matéria, a energia consumida pelos laptops e servers não dependerá tanto do tempo de consulta (consumo proporcional) mas do tempo em que se encontram ligados (consumo não proporcional). De qualquer modo, é inquestionável que qualquer coisa ligada à corrente consome energia.
Resta saber se o exponencial consumo de energia é ou não comprometedor da sustentabilidade da vida no planeta.
É neste ponto que divergem as opiniões: uns (muitos, cada vez mais) acham que sim; outros (ainda muitos, cada vez menos) acham que não.
Ambos têm razão. Mas os primeiros têm primeiro. Quero dizer com isto que depois de espatifado o meio ambiente, a terra voltará certamente a recuperar a vida à sua superfície.
Tal como nos mercados: Depois de deixar à rédea solta os banqueiros, a economia estampa-se e recomeçará de novo. É o princípio do equilíbrio natural após o desastre.
Sobra um aspecto importante que não sei como o resolvem os neoliberais: a dependência energética e a estratégia dos blocos em confronto.
A Europa passa por estes dias de frio com uma espada de Dâmocles sobre o pescoço que muita gente parece não saber ver: A Rússia, às turras com a Ucrânia, corta o gás hoje, diz que o liga amanhã. E se não ligar? E se a Argélia fizer o mesmo? E se a Al-Qaeda um dia destes toma conta das torneiras no Golfo?
Não há nada a fazer em matéria de poupança de energia de modo a que ela não falte para os serviços essenciais?
Desligar o computador sempre que não está em serviço? Não chega. Mas pode ajudar. Muita gente, contudo, não faz isso, partindo, talvez do princípio que a energia é inesgotável. E, realmente é. Mas dá muito trabalho domesticá-la.
Tuesday, October 28, 2008
O PROBLEMA MAIOR

Thursday, July 03, 2008
Tuesday, July 01, 2008
O SABOR DO RIO
Sócrates considera "ultrapassada" discussão sobre barragem do Baixo Sabor
Para o primeiro-ministro, José Sócrates, a discussão em torno dos problemas ambientais da Barragem do Baixo Sabor está "ultrapassada", apesar das novas acções de protesto dos ambientalistas, levadas a cabo no dia da formalização da adjudicação da construção do empreendimento. "Todas as palavras estão ditas, resta construir" esta e outras barragens constantes do Plano Nacional, referiu José Sócrates em Picote, no concelho transmontano de Miranda do Douro.
Sunday, June 22, 2008
UM MILAGRE CHAMADO VASCO
Com a minha idade, um homem pode imaginar um país devolvido de repente a 1948 ou 1949, antes de enriquecer e de engordar com o petróleo barato. Bem sei que o Portugal de Salazar não serve de exemplo (mas já lá vamos). Por agora, basta falar da classe média urbana. Em Lisboa quase não se viam "automóveis" (como se dizia). Toda a gente andava de eléctrico (muitos do século XIX) ou de autocarro (de resto, poucos). Viagens não se faziam ou só se faziam de longe em longe com trepidação e sacrifício. Em casa, não existiam electrodomésticos fora a telefonia (um luxo) e o frigorífico (outro luxo) e o ocasional aspirador ou ferro de engomar (o fogão era naturalmente a gás). Não me lembro de ar condicionado: nem na escola, nem na faculdade, nem no trabalho. As roupas, como os livros, passavam de irmão a irmão ou de pais para filhos. Ninguém desaproveitava comida, meticulosamente medida e recozinhada, que ia ressuscitando de "prato" em "prato". Ninguém acendia a luz sem precisar. E o cinema estava reservado para sábado ou domingo (um dia por semana).
Quando comecei a sair de Portugal, num Mini perigosíssimo, não encontrei auto-estradas que me separassem do mundo, encontrei estradas de vinte e trinta anos com um trânsito suportável e até simpático. Em Inglaterra, apesar da euforia do tempo, as pessoas contavam tostões - libras, se quiserem - e andavam vestidas para "durar". Até em Londres (como na "Europa" inteira) o "automóvel" não se tornara ainda uma sufocação. Esse "equilíbrio" - se me permitem a palavra - acabou.
O slogan "mudar de vida" é uma pura fraude, com que os políticos mistificam a populaça. Tirando um milagre, voltar à pobreza é do que se trata. Pela força e pelo sofrimento.»
http://jumento.blogspot.com/2008/06/umas-no-cravo-e-outras-tanta-na_21.html
Wednesday, May 28, 2008
DILEMA DO LENÇOL
Manuel Pinho enviou hoje uma carta ao presidente em exercício do Conselho da Competitividade, o comissário Andrej Vizjack, e ao vice-presidente da Comissão Europeia, Gunther Verheugen, a pedir que o tema seja debatido nos conselhos de Competitividade e Energia com "a máxima urgência". O objectivo é identificar "as medidas a curto e a médio prazo que possam minimizar o efeito negativo da escalada do preço do petróleo", refere o comunicado. O ministro considera que a subida do preço do petróleo está "a ter um efeito negativo sobre a economia europeia a vários níveis com impactos preocupantes no crescimento económico, no poder de compra das famílias e na competitividade das empresas, em particular sobre as PME". Manuel Pinho considera "muito importante" que esta situação seja debatida a nível europeu, afirmando que no médio prazo se tem vindo a trabalhar no aumento da eficiência energética, na modernização do sistema de transportes e na maior utilização de energias renováveis.










