Só em 2008 a Ordem dos Advogados puniu 359 profissionais. Dados dos sete conselhos distritais da ordem apontam para um aumento do número de sanções nos últimos anos
Friday, May 22, 2009
MAGISTRADOS, ADVOGADOS E BUFOS
Só em 2008 a Ordem dos Advogados puniu 359 profissionais. Dados dos sete conselhos distritais da ordem apontam para um aumento do número de sanções nos últimos anos
Thursday, May 21, 2009
ESCÂNDALO!
SURREALISMO SINDICAL
O cenário que se abre, neste momento, face à ruptura negocial entre a administração da VW Autoeuropa e os trabalhadores, é difícil e de risco, num contexto de crise internacional.
Wednesday, May 20, 2009
POR FALAR EM COMPETITIVIDADE

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Não conheço os critérios utilizados pelo IMD (vd. BOAS NOTÍCIAS ) porque não se encontram disponíveis na Internet. Quem quiser aceder ao relatório tem de o comprar.
Mas são conhecidos os critérios do Global Competitiveness Report do World Economic Forum, e estes, conforme pode constar-se na figura apontam como factores mais problemáticos para quem quiser estabelecer negócios em Portugal 1 - as restritivas leis do trabalho, 2 - a burocracia, 3 - as leis fiscais, 3 - a falta de formação adequada.
Os sindicatos continuarão a discordar da recorrente indicação das leis do trabalho como principal factor desmotivador do investimento em Portugal mas ela é, indiscutivelmente, referida em primeiro lugar por todos os relatórios que abordam as causas contrárias à competitividade no nosso país.
BOAS NOTÍCIAS

Ouvi esta manhã na Antena 1 que Portugal subiu 3 lugares no ranking da competitividade, segundo um relatório do IMD, de Lausanne, (primeira imagem) TÍTULO DO DIA

Missing link is found?
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Scientists unveil fossil of 47 million-year-old primate, Darwinius masillae
A team of researchers Tuesday unveiled an almost perfectly intact fossil of a 47 million-year-old primate they say represents the long-sought missing link between humans and apes.
Officially known as Darwinius masillae, the fossil of the lemur-like creature dubbed Ida shows it had opposable thumbs like humans and fingernails instead of claws.
Scientists say the cat-sized animal's hind legs offer evidence of evolutionary changes that led to primates standing upright - a breakthrough that could finally confirm Charles Darwin's theory of evolution.
"This specimen is like finding the Lost Ark for archeologists," lead scientist Jorn Hurum said at a ceremony at the American Museum of Natural History.
Tuesday, May 19, 2009
OFICINA ESPACIAL

NASA astronauts bid restored observatory farewell on behalf of the planet.
VÍCIOS DO SUL
O presidente do Parlamento britânico, Michael Martin, disse hoje que se vai demitir a 21 de Junho, depois de o seu desempenho ter sido posto em causa devido ao escândalo de apresentação indevida de despesas por vários deputados.
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O inquérito foi iniciado em 1995, com base em certidão extraída de um processo em que foi julgado e condenado um Deputado à Assembleia da República.
Não existindo, à data da abertura do inquérito, suspeita sobre factos concretos, a investigação foi delimitada com base no período compreendido entre Outubro de 1986 e Dezembro de 1989 (nesta data, uma deliberação da Assembleia da República alterou os procedimentos relativos a viagens).
Designados os peritos, obteve-se um primeiro relatório que definiu a tipologia dos procedimentos, identificou as irregularidades e os modus operandi e demarcou um conjunto de actos a investigar.
A duração do inquérito deve-se à complexidade dos exames periciais, em larga medida resultante da inconsistência e dispersão de elementos documentais.
À medida em que se mostram concluídos os relatórios periciais com individualização de factos, são autonomizados os inquéritos.
Foram arquivados, por prescrição do procedimento criminal, 3 inquéritos, relativos a factos ocorridos em 1986 e 1987.
Nestes casos, os factos chegaram ao conhecimento do Ministério Público mais de 9 anos após a sua ocorrência, sendo inevitável a prescrição, face àquela jurisprudência.
Admite-se que, nas mesmas circunstâncias, possam vir a prescrever cerca de uma dezena de casos relativos a factos praticados em 1986 e 1987.
Foram deduzidas, até à data, duas acusações."
Monday, May 18, 2009
O JOGO DA CABRA-CEGA
Processos e contratos da Cova da Beira foram destruídos ilegalmente
Muitos serviços do Estado procedem, desde há longos anos, à destruição de documentos em violação das leis sobre arquivos. Para que a inutilização de quaisquer documentos seja legal é obrigatória a existência de uma portaria regulamentadora, aplicável à entidade que detém a documentação.
Sunday, May 17, 2009
EVENTOS
Saturday, May 16, 2009
O JOGO DA CABRA CEGA

BEM OBSERVADO - 2
Por diversas vezes, em diversas épocas e em diversos cenários e países se tentou acabar com essa praga.Mais os donos. Mas como praga, voltam sempre.
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Ora leiam lá isto: Numa pequena vila e estância de veraneio na costa sul da França chove e nada de especial acontece. A crise sente-se. Toda a gente deve a toda a gente, carregada de dívidas.
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Agora, os meus Amigos, metam um banco no meio disto tudo. Comissão aqui, custo dos cheques acolá, imposto de selo, mais comissão de manutenção da conta e zás! Adeus dinheiro, desaparece do mercado entrando para o bolso do banqueiro.Com dinheiro vivo, ninguém precisa de bancos.
Parece brincadeira, não parece?
Mas não se esqueçam que o ladrão é pura invenção do banqueiro, que o vai roubar a si. Com taxas e obrigações que não quer, não pediu e nem sonhava que existissem.Recebam em dinheiro, paguem a dinheiro, guarde o que sobra e deixem-se desses snobismos de cartões e de cheques. Para não correr riscos de perder as economias, gaste!Faça girar a roda da economia!
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Não se vendem vacinas? Crie-se uma epidemia. Se não se conseguir, crie-se, ao menos, o medo dela.Há muito, mas muito mais mortes por varíola, febre amarela, tifo, tuberculose, acidentes rodoviários, fome, assassinatos, acidentes de trabalho, de repente, e não sei de que foi, do que por gripes, venham elas das galinhas, dos porcos ou das vacas.
Boas noites outra vez e bom fim-de-semana.
Cuide-se, agasalhe-se, ponha papeis debaixo do colchão
Não se vendem vacinas?Crie-se uma epidemia. Se não se conseguir, crie-se, ao menos, o medo dela.Há muito, mas muito mais mortes por varíola, febre amarela, tifo, tuberculose, acidentes rodoviários, fome, assassinatos, acidentes de trabalho, de repente, e não sei de que foi, do que por gripes, venham elas das galinhas, dos porcos ou das vacas.
Boas noites outra vez e bom fim-de-semana.
Cuide-se, agasalhe-se, ponha papeis debaixo do colchão.
BEM OBSERVADO - 1
Friday, May 15, 2009
O QUE DISSE O PROFESSOR
Thursday, May 14, 2009
ANTENA ABERTA
OUTROS PONTOS DE VISTA
Avelino de Jesus
A redução de salários tem muitos defensores, quer como política pública ou como solução de gestão empresarial. Esta ideia aparece entre nós recorrentemente, como proposta para grande parte dos nossos problemas, à medida que este ou aquele se vai agudizando. Na presente situação, com a pressão dos nossos endividamentos vários, agora cruamente expostos pela crise internacional, voltam a aparecer, insistentemente e de vários quadrantes, bolorentas sugestões de redução dos salários. Esta é uma ideia socialmente injusta mas, sobretudo, é uma proposta economicamente absurda. Esta solução, que corremos o risco de ver ensaiada, terá consequências fortemente negativas do ponto de vista económico.O argumento avançado pelos seus defensores é o alegado desfasamento entre os salários e a produtividade. Mas, atente-se nos dados de base sobre a produtividade e os custos do trabalho que figuram no quadro ao lado. O custo médio da hora de trabalho é em Portugal de €11/hora, contra €22,4 em média na Europa. Por sua vez, a produtividade aparente do trabalho é $27,3/hora em Portugal e $43,3 entre os nossos parceiros europeus. A produtividade representa 63% do nível médio europeu enquanto o custo do trabalho atinge apenas 49% da média da Europa. É certo que o salário médio por hora cresceu em Portugal 52,7% desde 1996, contra 38,3% na UE a 15. No entanto, este movimento deveu-se, sobretudo, ao processo de convergência de preços e não representa um verdadeiro aumento de salários reais. As causas da baixa produtividade não residem nos salários, mas nas componentes não salariais dos custos de produção e na qualidade da gestão. Considerando os mecanismos económicos relevantes, os salários baixos são uma das causas profundas da baixa produtividade e não o contrário. A produtividade aparente do trabalho resulta mais da organização e opções empresariais do que da habilidade intrínseca do trabalhador. A produtividade é, acima de tudo, um problema da gestão como o atestam as enormes - e às vezes espectaculares - diferenças que registamos entre as nossas empresas. Num número muito significativo de casos, mesmo com pessoal com reduzida educação formal - porém, sujeitos a adequados enquadramento e formação interna - os trabalhadores propiciam à empresa fortes produtividades. A desculpa da falta de formação e da alta dos salários é isso mesmo - frequente escapatória para a má gestão empresarial e as péssimas políticas públicas. Trata-se, portanto, de uma solução que reforça os empresários e os gestores menos competentes, protege as empresas menos competitivas e desincentiva a melhoria da produtividade pelo recurso a novas técnicas de gestão e a tecnologias mais adequadas e exigentes. A absurda ideia em curso convém aos gestores pouco exigentes e também a um crescente número de agentes políticos com as pulsões estadistas ao rubro. A estes é altamente conveniente porque, ingenuamente, lhes parecem uma solução para o terror do défice externo em que só recentemente começaram a acreditar. Por outro lado, a ideia permite fazer passar novas e mais profundas intervenções do Estado: mais excepções, isenções e subsídios de toda a espécie, visando o apoio, precisamente, aos necessitados devido aos baixos salários. A falta de liberdade no mercado de trabalho tem sido um importante factor de repressão salarial. Criou-se e expandiu-se a ideia da preferência pela segurança em vez da liberdade e da mobilidade. Aqui as vetustas corporações, tanto sindicais como patronais, têm estado tacitamente de acordo no essencial: baixos salários em troca de um mercado altamente regulado e protegido.Não estamos em presença de uma realidade que requeira uma intervenção, pública ou outra, visando a redução ou a moderação salarial. Pelo contrário, a intervenção necessária aponta em sentido inverso: ruptura franca com o modelo de baixos salários e rigidez laboral. Esta ruptura decorre do correcto diagnóstico das causas da baixa competitividade. Infelizmente, sendo demasiados os que pensam e agem apoiando-se no diagnóstico errado, poderão aproximar-se ainda piores tempos para os salários e a produtividade em Portugal.


