Se Portugal necessita de receber, e continua a receber, imigrantes, por muitas razões suficientemente divulgadas, por que razão não entram no mercado de trabalho os sem trabalho que habitam nos guetos que circundam as grandes cidades?
Sunday, October 27, 2024
IGNORÂNCIA CONSCIENTE
Monday, November 23, 2020
QUEM TEM RABOS DE PEIXE?
Rabo de Peixe,uma freguesia de Ribeira Grande, Açores, apareceu, recentemente, a boiar na espuma dos dias de discussão política provocada pelos resultados eleitorais para o governo do arquipélago, a propósito da, para alguns, excessiva subsídio dependência e, para outros, dos subsídios necessários para suprir os meios mínimos de subsistência, esta notícia de Dezembro de 2017:
Documentário em Espanha, AQUI, dedica-se ao naufrágio que levou cocaína a Rabo de Peixe. Em 2001, uma embarcação que transportaria meia tonelada de cocaína naufragou ao largo dos Açores. O acidente desencadeou uma caça à droga na vila de Rabo de Peixe. As marcas ainda se notam, 17 anos depois. Duas jornalistas espanholas dedicam-lhe um documentário. PÚBLICO - AQUI
Em 2001, era presidente do Governo Regional dos Açores, desde 1996, o sr. Carlos César. Cessou essas funções em 2012; em 2014 foi eleito Presidente do Partido Socialista em 2014 a convite de António Costa. Sucedeu-lhe na presidência do Governo Regional o sr. Vasco Cordeiro, desde 2012 até amanhã, 24 de Novembro de 2020.
Em 2001 era primeiro-ministro, António Guterres, foi até 2002; Durão Barroso e Santana Lopes entre 2002 e 2005; José Sócrates desde 2005 até 2011; Passos Coelho de 2011 a 2015; António Costa de 2015 até agora.
Rabo de Peixe
Friday, May 06, 2016
O JOGO DA CABRA CEGA
Tuesday, February 02, 2016
HIPÓCRITAS 2
"...
Saturday, March 21, 2015
A MELHOR PREPARAÇÃO DE SEMPRE DOS JOVENS PORTUGUESES
Sunday, June 08, 2014
TUDO AO PIB
---
Correl . Prostituição daria 680 milhões ao Estado se fosse legalizada e tributada
Cerca de 13% do PIB deve-se à economia não observada
Thursday, November 14, 2013
ARTE CONTEMPORÂNEA - LAVANDARIA
Anteontem foi notícia o recorde atingido em leilões de arte por um dos 28 trípticos de Francis Bacon, "Three Studies of Lucien Freud" (1969,) pela assombrosa soma de 142,4 milhões de dólares, qualquer coisa como 106 milhões de euros.
No mesmo dia "Balloon dog (Orange)", uma escultura da série "balloons" de Jeff Koons foi vendida por 58,4 milhões de dólares, uns 43 milhões de euros, tornando-se a obra mais cara vendida em leilão de um artista vivo.*
Quando, em Portugal, durante os dez, doze anos, que antecederam a emergência dos indicadores da crise, ficava abismado com a exuberância do crescimento de consumo supérfluo e de investimento público que me parecia sem sustentação económica racional, dizia-me o DJ que tudo aquilo só podia estar a ser sustentado pelo negócio da droga e outros negócios correlativos. E, afinal de contas, não exagerava, ainda que o alcance das suas palavras não fosse esse, se hoje considerarmos que, para além do tráfico de droga tout court, houve um tráfico de crédito importado que drogou a economia portuguesa, actuando os banqueiros como traficantes.
---
Correl - Um estudo da Faculdade de Farmácia de Lisboa detetou uma presença de cocaína nas águas residuais da capital que mostra um elevado consumo desta droga na cidade, mais concretamente uma dose diária de 0,1 grama por 50 pessoas. Esta foi a primeira análise em Portugal à presença de metabolitos de cocaína nas águas residuais.[RTP]
Os multimilionários portugueses são mais e estão cada vez mais ricos [P]
Segundo o relatório da UBS : World Ultra Wealth Report, apesar da crise, eles não ficaram para trás da restrita frente crescentemente multimilionária. São, obviamente, aqueles que integram esta frente que investem à vara larga. Cá, como lá.
Note-se que um multimilionário da base (aquele que não tem muito mais que 25 milhões de fortuna), mesmo que alienasse tudo o que tem não poderia comprar mais que meio dog do Jeff Koons. Um pelintra, no fim de contas.
---
* Jeff Koons é, além de outros dogs, também o autor de Puppy, a mascote do Guggenheim de Bilbao. Que não está venda. Pelo menos, por enquanto.
Tuesday, September 10, 2013
PAÍS FADISTA
Aos 21 anos 21% dos jovens portugueses já agrediram namorado - Público
Os países infelizes
deveriam ter coragem
para mudar de caminho.
---
* Aqui
Sunday, January 16, 2011
SONHOS E RABANADAS - PARTE 11
Plástico, menino! Plástico! O futuro está no dinheiro de plástico. E, melhor ainda, no virtual. É uma roda já inventada, menino. Mas nós vamos pôr a roda a rodar, fazer o que ninguém ousou fazer até agora. E ninguém ousou porque o papel moeda, para além dos trocos, é o meio de tráfico de negócios escuros que não deixam rastros. Acabaremos com eles! Com uma cajadada matamos todas as ratazanas que infestam a economia deste país. Não mais haverá corrupção sem vestígios, economia paralela, tráfico de droga, de armamento, de tudo o que engorda os ratos à custa do povo. E, sabes como?
Tuesday, December 28, 2010
EXCEPÇÃO À REGRA
Thursday, September 24, 2009
OS NÚMEROS DA DROGA E A DROGA DOS NÚMEROS
Saturday, September 05, 2009
VANCOUVER
Goog night Mr. Fonseca, may I help you?
Yes, you can. What´s your name?
Rick.
Mr. Rick, é uma hora da manhã e não conseguimos dormir com esta música que vem daí de baixo, do pub irlandês.
Mr. Fonseca, as nossas desculpas, mas não podemos evitar.
E até que hora vamos ter esta música maluca?
Até à uma, Mr. Fonseca.
E não nos pode arranjar outro quarto, num andar mais elevado?
Lamento mas não podemos, Mr. Fonseca. Estamos "fully booked".
...
Mr. .
Rick?!!
Yes, Mr. Fonseca, good night!. may I help you?
Mr. Rick, é uma e meia da manhã e continua esta música metálica que não nos deixa pregar olho.
Lamento, Mr. Fonseca, mas não podemos fazer nada.
Mr. Rick, o senhor disse que à uma hora a música parava.
Só pára às duas Mr. Fonseca.
Nesse caso, Mr. Rick, o sr. tem de nos arranjar um quarto noutro hotel.
Amanhã, Mr. Fonseca, já temos, talvez, possibilidade de o mudar para o outro quarto no nosso hotel.
Mr. Rick, amanhã é amanhã e eu também quero dormir esta noite, percebeu? Como temos três nhoras de "jet lag" desde o local de onde viemos, e sete horas de viagem, precisamos de descansar, percebeu?
Lamentamos, Mr. Fonseca, mas não podemos fazer nada.
Mr. Rick. afinal a que horas termina a música maluca?
Talvez às três, Mr. Fonseca.
Nesse caso arranje-nos outro hotel se não telefone à polícia e amanhã vou ao departamento de turismo. Dizem que Vancouver é a melhor cidade do mundo para se viver, mas não deve ser para todos. Ficámos chocados com o que vimos nas redondezas da Gastown. Tantos sem abrigo, tantos drogados.
Lamentamos, Mr. Fonseca. É verdade que temos problemas.
Pois têm Mr. Rick e você tem o problema de arranjar outro hotel par nós.
Ok, Mr. Fonseca, esta manhã trataremos de o judar.
Não. Mr. Rick, não é esta manhã, é já, percebeu?
Às três da manhã, Mr. Fonseca?
Já, Mr. Rick.
...
Mr. Fonseca?
Sim, sr. Rick.
Já marquei um quarto noutro hotel. Sempre quer sair?
É par já, Mr. Rick.
Ok, Mr. Fonseca, vou chamar um táxi.
----------
Vancouver
Vancouver
Economist magazine compares Vancouver's violent streets to Colombia
The Economist magazine compares Vancouver's drug violence to Colombia
Wednesday, September 02, 2009
BOAS NOTÍCIAS
Saturday, February 07, 2009
MENS SANA CORPUS SANUS
Não me emocionam os resultados dos chamados resultados dos desportos de alta competição e, nomeadamente, os dias do maior circo do mundo em que se transformaram os jogos olímpicos..Thursday, October 23, 2008
OS OFF-SHORES DA CRISE

.
O Ministro tem razão quando diz que uma decisão unilateral não resolverá a questão: as contas do off-shore extinto voariam no mesmo instante da extinção para outro off-shore. Mas esta é também a primeira razão pela qual os off-shores têm vida prometida enquanto a hipocrisia reinar no mundo em que vivemos.
.
Entretanto, os liberais ortodoxos continuam a glorificar os seus ícones para excitação dos fiéis que lhes frequentam os púlpitos.
.
Os paraísos fiscais são o ponto de encontro de contas provenientes do tráfico de droga, de armas, de pessoas, de financiamento do terrorismo e da evasão fiscal, além de outros crimes de elevado gabarito.
.
Quem defende que os paraísos fiscais se justificam porque dão abrigo aos ameaçados pelos ditadores vira completamente o bico ao prego: porque são precisamente os ditadores que roubam o seus compatriotas e enviam o produto do saque para os paraísos fiscais.
Friday, July 25, 2008
HIPÓCRITAS
Tuesday, May 13, 2008
E SE, DE REPENTE, ACABASSE A DROGA?

Monday, August 13, 2007
E SE, DE REPENTE, ACABASSE A DROGA? - 3
Afeganistão: a guerra do ópio 
While destroying a field of opium poppies in Uruzgan Province, members of the Afghan Eradication Force came under fire in an ambush apparently orchestrated by the Taliban. Photograph by Aaron Huey.
In the main square in Tirin Kot, the capital of Uruzgan Province, in central Afghanistan, a large billboard shows a human skeleton being hanged. The rope is not a normal gallows rope but the stem of an opium poppy. Aside from this jarring image, Tirin Kot is a bucolic-seeming place, a market town of flat-topped adobe houses and little shops on a low bluff on the eastern shore of the Tirinrud River, in a long valley bounded by open desert and jagged, treeless mountains.
Almost everything around Tirin Kot is some shade of brown. The river is a khaki-colored wash of silt and snowmelt that flows out of the mountain range to the north, past mud-walled family compounds. On either side of the river, however, running down the valley, there is a narrow strip of wheat fields and poppy fields, and for several weeks in the spring the poppies bloom: lovely, open-petalled white, pink, red, and magenta blossoms, the darker colors indicating the ones with the most opium.
One afternoon this spring, at the height of the harvest, I drove through the area with Douglas Wankel, a former Drug Enforcement Administration official who was hired by the United States government in 2003 to organize its counter-narcotics effort here. Wankel, who is sixty-one and has piercing blue eyes, was stationed in Kabul as a young D.E.A. official in 1978 and 1979, during the bloody unrest that led up to the Soviet invasion. “I left on a flight to New Delhi a couple of hours before the Soviets rolled in,” he said. “People thought it was because I knew it was coming. I didn’t; I just happened to be leaving on a trip. But the Soviets branded me a C.I.A. agent, and so I couldn’t come back—until now, that is.”
Working first with the D.E.A. and then with the State Department, Wankel helped create the Afghan Eradication Force, with troops of the Afghan National Police drawn from the Ministry of the Interior. Last year, an estimated four hundred thousand acres of opium poppies were planted in Afghanistan, a fifty-nine-per-cent increase over the previous year. Afghanistan now supplies more than ninety-two per cent of the world’s opium, the raw ingredient of heroin. More than half the country’s annual G.D.P., some $3.1 billion, is believed to come from the drug trade, and narcotics officials believe that part of the money is funding the Taliban insurgency.
Wankel was in Uruzgan to oversee a poppy-eradication campaign—the first major effort to disrupt the harvest in the province. He had brought with him a two-hundred-and-fifty-man A.E.F. contingent, including forty-odd contractors supplied by DynCorp, a Virginia-based private military company, which has a number of large U.S. government contracts in Iraq, Afghanistan, and other parts of the world. In Colombia, DynCorp helps implement the multibillion-dollar Plan Colombia, to eradicate coca. The A.E.F.’s armed convoy had taken three days to drive from Kabul, and had set up a base on a plateau above a deep wadi. With open land all around, it was a good spot to ward off attacks.
.
Much of Uruzgan is classified by the United Nations as “Extreme Risk / Hostile Environment.” The Taliban effectively controls four-fifths of the province, which, like the movement, is primarily Pashtun. Mullah Omar, the fugitive Taliban leader, was born and raised here, as were three other founders of the movement. The Taliban’s seizure of Tirin Kot, in the mid-nineties, was a key stepping stone in their march to Kabul, and their loss of the town in 2001 was a decisive moment in their fall. The Taliban have made a concerted comeback in the past two years; they are the de-facto authority in much of the Pashtun south and east, and have recently spread their violence to parts of the north as well. The debilitating and corrupting effects of the opium trade on the government of President Hamid Karzai is a significant factor in the Taliban’s revival.
The Taliban instituted a strict Islamist policy against the opium trade during the final years of their regime, and by the time of their overthrow they had virtually eliminated it. But now, Lieutenant General Mohammad Daud-Daud, Afghanistan’s deputy minister of the interior for counter-narcotics, told me, “there has been a coalition between the Taliban and the opium smugglers. This year, they have set up a commission to tax the harvest.” In return, he said, the Taliban had offered opium farmers protection from the government’s eradication efforts. The switch in strategy has an obvious logic: it provides opium money for the Taliban to sustain itself and helps it to win over the farming communities.
Wankel had flown in from Kabul five days earlier to meet with the governor of Uruzgan, Abdul Hakim Munib, about the eradication operation, only to discover that Munib had left for Kabul the day before. Wankel was told that a sister of the governor had died or fallen ill—there were several versions—but nobody believed this was the real reason for his absence. Munib, a former Taliban deputy minister, was suspected of retaining ties to the movement. And, Wankel noted, there were poppy fields within sight of Munib’s palace.
“We’re not able to destroy all the poppy—that’s not the point. What we’re trying to do is lend an element of threat and risk to the farmers’ calculations, so they won’t plant next year,” Wankel said later. “It’s like robbing a bank. If people see there’s more to be had by robbing a bank than by working in one, they’re going to rob it, until they learn there’s a price to pay.”






