Tuesday, April 10, 2007
CONTOS AMERICANOS - A FEBRE AMARELA 2
OS OTÁRIOS 3
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É espantoso que uma questão tão importante para a vida do país esteja a ser discutida sobretudo na praça pública. Em qualquer país, com um mínimo de sentido democrático consolidado, a discussão far-se-ia primordialmente no Parlamento.
Monday, April 09, 2007
Violetas na Virgínia
TARAS MODERNAS
ACERCA DA REGIONALIZAÇÃO
A regionalização é uma daquelas questões que não acaba sem mostrar o que vale.
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Eu também tenho as maiores reservas relativamente à regionalização, pelo risco que representa enquanto criação de meia dúzia de Albertos Joões Jardins ao mesmo tempo.
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Mas a regionalização vai acontecer mais legislatura, menos legislatura. É uma questão de tempo.
De modo que, se a regionalização é inevitável, o melhor que poderemos fazer é prevenir os seus efeitos perversos e suscitar as suas virtudes, que também as terá.
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Uma das medidas que deveriam ser tomadas antes da regionalização, ou como condição de partida para esta, era a reformulação do mapa administrativo do país: as Juntas de Freguesia não fazem sentido, com as atribuições que hoje lhe estão cometidas, não têm dimensão para a gestão dos recursos que lhe atribuem, entretêm-se a distribuir uma fatia importante dos seus orçamentos aos seus dirigentes e funcionários, e algumas sobras para alguma clientela fiel;
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Muitos municípios também deixaram de ter razão de existir e deveriam ser anexados por municípios vizinhos. É matéria delicada, claro que é, porque vêm ao de cima bradar todos os caciques excitando as populações para a revolta.
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Mas, sobretudo, os impostos deveriam ser liquidados e cobrados regionalmente. Todos os recursos geridos regionalmente deveriam ser suportados pelas cobranças locais.
Com um mapa administrativo diferente, que tenha em conta as actuais realidades demográficas e económicas, que remeta as Juntas de Freguesia para a defesa dos interesses próprios junto dos municípios a que pertencem, sem remuneração dos membros da Junta; que redefina os municípios em função daqueles critérios e crie regiões administrativas no Continente com atribuições idênticas às das Regiões Insulares, mas todas obrigadas a cobrar os impostos que suportem as suas despesas próprias, acredito, hoje, que a regionalização pode ser motor de mais crescimento, de maior dinamismo, e de menor intriga política.
Sunday, April 08, 2007
Modernism (Corcoran - Abril 2007)
CONTOS AMERICANOS - CONSUMISMO V CIDADANIA
ARAGÃOZINHO, CAPITÃO DE LONGO CURSO
"Os velhos marinheiros"
Saturday, April 07, 2007
POR QUE É QUE AS BOAS NOTÍCIAS ASSUSTAM AS PESSOAS?
RTP(RIVADA)
(... ) , V. critica a proposta de privatização da RTP. Está no seu direito.
Pois eu penso que a RTP deve ser privatizada, e penso isso desde há muito tempo. Tive oportunidade de conhecer a RTP por dentro, há muitos anos e, tanto quanto julgo saber, desde então os métodos de gestão, no essencial, pouco se alteraram.
A actual administração tem sido, relativamente, bem sucedida, mas não pode, sob pena de causar uma contestação imparável, fazer o que deveria ser feito. E o que deveria ser feito consistiria, além do mais, na redução dos seus efectivos para um quadro que fosse suficiente para prosseguir os seus objectivos.
Toda a gente sabe que durante muitos anos a RTP foi encaixando muita gente e emprateleirando outra. E somos nós que pagamos. Os problemas financeiros do Estado têm de ser resolvidos apontando para muitas parcelas. Umas mais importantes que outras, mas todas contando para a soma final.
Ora não há razão nenhuma para que a grande maioria dos programas da RTP não sejam emitidos por uma estação privada. E, se existem alguns que possam cair no famigerado conceito de "serviço público", defina-se (ou redefina-se) o que isso é, e faça-se um concurso para a sua emissão em canais privados.
Estas são, muito sucintamente, as minhas razões.
E as suas, quais são?
Porque, meu caro J., V. compreende que não se discute a democracia apenas atacando MMendes. V. diz que ele não protagonizou essa privatização quando teve oportunidade para o fazer. Admitamos que V. tem razão. A questão, contudo, não é a maior ou menor força moral de MMendes. A mim, neste caso, pouco me interessa o que diz MMendes ou a sua pouca força moral: o que me importa é saber se faz ou não sentido uma RTP que custa a cada um de nós um valor que não é assim tão irrelevante. E a soma, que é relevante, poderia ser canalizada para outros fins prioritários.
Friday, April 06, 2007
A INDEPENDENTE E SEUS DEPENDENTES
Sobre o tempo que passa, de José Adelino Maltez.
O CREPÚSCULO DO DÓLAR
Euro toca máximos de dois anos face ao dólar: 1,3441.
O euro valorizava, tocando máximos de dois anos face ao dólar, uma vez que os sinais de uma aceleração do crescimento económico na Europa intensificaram a especulação de que o Banco Central Europeu vai voltar a subir os juros.