Tuesday, March 29, 2016

ISLÃO NA EUROPA

A percepção da presença islâmica na Europa excede largamente a realidade. - cf. aqui.
Por exemplo, segundo uma sondagem realizada em 2014, os belgas supunham que 29% da população do país seria islâmica quando o valor real rondava os 6%.



Uma discrepância decorrente do impacto do terror provocado pelos ataques perpetrados por islâmicos nascidos na Europa porque o terror multiplica-se na percepção que exerce sobre o aterrorizado e é nessa multiplicação que atinge os seus objectivos. 

Por outro lado, o aterrorizado é também induzido a ver, para além dos quatro ou cinco islâmicos em cada um com que se cruza na rua, em qualquer islâmico um possível bombista suicida.
Um exagero de percepção que, contudo, pressente a presença do ambiente em que os atentados são forjados. Porque se não há tantos bombistas quantos os islâmicos, há muito mais islâmicos que, por acção criminosa ou omissão conivente, suportam os terroristas.
E, com estes, a contemporização ou o laxismo têm-se revelado mortíferos. As circunstâncias que permitiram os recentes atentados de Bruxelas são prova irrefutável disso.  

Não há um choque de civilizações?
Só para quem não quer ver.

1 comment:

Antonio Cristovao said...

Vale a pena olhar para as vitimas de atentados terroristas na UE, para a quem gosta da verdade dos factos ,não exagerar ou deturpar.
Compensa perceber como são diferentes as integrações dos "diferentes"nas diversas sociedades da UE, e acompanhar porque a solidariedade dentro dos grupos de diferentes (islamitas ou não) se manifesta.
Portugal tem uma tradição de suavidade que ganha no confronto com Bruxelas, Antwerpia, Paris ou Marselha.
Agora com o Lisboa a querer pagar uma mesquita penso que vamos no caminho errado - ainda mais ilegal, pois somos uma sociedade laica e com a minha oposição se usarem dinheiro publico para propaganda religiosa.
Para os jornalistas que assumem as suas responsabilidades, umas viagens lowcost a Mollembeck, arredores de Paris, Marselha ou Birmigham . ajudava-os a não repetirem lugares comuns, ainda por cima mentiras claras, facilmente verificaveis