Monday, April 13, 2015

E POR CÁ NÃO HÁ, SEQUER , UMA MULHER?

Hillary Clinton anunciou hoje, oficialmente, a sua candidatura à nomeação pelo partido democrata às eleições presidenciais em Novembro do próximo ano. Para lá chegar tem de garantir nas eleições primárias o número suficiente de delegados à convenção do partido. Para já está bem posicionada nas sondagens para suceder a Obama, que a apoia.

Na Europa, Ângela Merkel já vai no terceiro mandato e continua a merecer o apoio da maioria dos alemães. E os outros dirigentes europeus, salvo os gregos, prestam-lhe vassalagem sem reservas publicamente conhecidas.

Tanto a presidência norte-americana como a chancelaria germânica são cargos de responsabilidade executiva máxima.

Por cá, hoje anunciaram a sua candidatura a candidatos mais dois putativos candidatos a Belém.
Já lhes perdi a conta mas, entre declarados e suspeitos, já deve estar ultrapassada a dúzia.
Todos  machos!
Por onde andam as mulheres deste país, que não se perfilam para interromper uma tradição machista sem proveito que se veja?

A semi presidência da República Portuguesa é bastante mais honorífica que responsável pelos caminhos andados pelo país. Em todo o caso, considerando que vão continuar os tempos de austeridade, pouco propícios ao sossego que a Constituição quis conceder  ao inquilino de Belém,  uma mulher presidente daria ao regime aquele toque de modernidade que apazigua os conflitos.





4 comments:

Pinho Cardão said...

De modernidade, caro Rui? Depende da candidata...
Vê lá se fossem aquelas senhoras do Bloco ou do PC que ainda pensam estar em 1917 ou por aí?
Ou aquela senhora Gomes do PS que encalhou nos submarinos e nos aviões americanos e daí não sai?
Ou aquelas que gostam de ser tratadas de Presidentas?
É que há mulheres e mulheres!...

Antonio Cristovao said...

A bocas da AR é 2ª figura do estado; deixa ficar muito mal as mulheres mas o BI confirma: é mulher.

Rui Fonseca said...

Totalmente de acordo, caro António.
Tão certo é haver mulheres e mulheres como haver homens e homens.

Ou não?

Rui Fonseca said...

Caro António Cristóvão,

Obrigado pelo comentário.
Em todo o caso, um só caso não tem relevância estatística.