Thursday, December 29, 2016
NOTÁVEL POUCO NOTADO
Monday, March 30, 2015
ENERGIAS CONTRÁRIAS
Para outros, o recurso aos recursos renováveis de produção de energia é condição necessária à redução da nossa elevada dependência externa de recursos não renováveis e à garantia de um ambiente suficientemente limpo, condição necessária ao desenvolvimento sustentado do turismo, o sector mais dinâmico da nossa economia. Aliás, a provar que a opção pelo eólico não é resultado de uma estranha eólicomania portuguesa está o no facto de a capacidade eólica instalada e prevista para os próximos anos estar a progredir aceleradamente em países com recursos energéticos tão diversos como a China, os EUA (o parque Horse Hollow, no Texas é o maior do mundo), Alemanha, Espanha.
Estes, alguns dos argumentos dos pró-eólico. Os outros, dizem estes, são pró-nuclear. Porquê?
Porque há muito que afiam o dente.
Monday, April 29, 2013
DÉFICE, VENDE-SE
- O défice? O défice está esgotado. Agora terão de se entender com o chinês.
A diferença entre défice, crédito e dívida nunca terá sido tão subtil como neste caso.
Wednesday, May 16, 2012
UM DESEJO CHAMADO CARRO ELÉCTRICO
É o que se deduz de um gráfico publicado recentemente no Economist.
A propósito: Quantos veículos eléctricos se contam nas frotas do Estado português? Provavelmente, nenhum. A suspeita do especialista ouvido pela Antena 1 pode ter algum fundamento: o carro eléctrico é bom para os outros.
Sunday, March 18, 2012
RENDAS DE MELROS
Então, a anulação súbita dessa supostas rendas, sem contrapartidas, apos a venda das acções pelo próprio Estado, significaria que o próprio Estado(cjto dos contribuintes) teria andado a «vender gato por lebre»...
- ... Concluo que não refutas que a EDP é rendeira.
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Cor. - Aqui : La Moncloa forzó que el marido de Cospedal renunciara a Red Eléctrica
Sunday, February 13, 2011
O MUNDO, AMANHÃ
Wednesday, September 22, 2010
Monday, August 30, 2010
O JOGO DAS ESCONDIDAS
Wednesday, August 18, 2010
A GUERRA DO PETRÓLEO
Se Obama vai ou não conseguir atingir os objectivos de libertar a América da corrente que a amarra aos senhores do petróleo (no Médio Oriente, na Venezuela, na Rússia) não sabemos. O que sabemos é que, enquanto essa amarra subsistir, a guerra continua, ainda que com algumas alterações nas frentes de batalha.
Monday, August 16, 2010
A GUERRA DO PETRÓLEO
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Sunday, March 21, 2010
SE
Já o se voltado para o futuro é a única atitude que germina progresso. Sem o se só há rotina e adiamento. Se não faz sentido regressar ao passado para moldar um presente diferente é imprescindível equacionar o futuro quantificando os efeitos prováveis dos ses actuais em confronto. Se Portugal abandonasse o euro e voltássemos ao euro ganharíamos ou perderíamos com a troca?, não é uma questão absurda mesmo que não seja, por enquanto, levantada por qualquer das forças políticas representadas no Parlamento. Se a situação económica continuar a degradar-se a ponto de degenerar em conflitos sociais imparáveis, o euro surgirá mais tarde ou mais cedo como o bode expiatório a abater abarbatado pelo demagogo do dia.
.Por aqui ainda não foram feitas as contas que possam desarmar os argumentos jogados como quem joga entre amigos, à cavaqueira. O que me espanta é a discussão entre académicos (em inglês, o que lhes pode dar distância mas não dará consistência) não respaldada em algarismos.
Thursday, August 06, 2009
FALAR CLARO
Tuesday, January 13, 2009
DESEQUILÍBRIO NATURAL
O liberalismo económico, na versão moderna modelizada por Hayek, Friedman e os seus seguidores, sustenta-se no princípio da eficiência natural dos mercados conduzindo-os para o equilíbrio natural. Por extensão do mesmo raciocínio doutrinário, congratulam-se efusivamente os neoliberais com a vaga de frio que faz tremer o queixo a gente que não anda muito habituada a isso, e é facilmente induzida a acreditar que essa badalada questão do aquecimento global é uma treta, dando por provada a sua tese que o ambiente não precisa de ser protegido porque ele, naturalmente, se protege.
Devo reconhecer, contudo, que quando li as referências a este relatório* do prof. Alex Wissner-Gross também eu pensei que algumas contas deveriam estar erradas uma vez que, suponho eu que sou leigo também nesta matéria, a energia consumida pelos laptops e servers não dependerá tanto do tempo de consulta (consumo proporcional) mas do tempo em que se encontram ligados (consumo não proporcional). De qualquer modo, é inquestionável que qualquer coisa ligada à corrente consome energia.
Resta saber se o exponencial consumo de energia é ou não comprometedor da sustentabilidade da vida no planeta.
É neste ponto que divergem as opiniões: uns (muitos, cada vez mais) acham que sim; outros (ainda muitos, cada vez menos) acham que não.
Ambos têm razão. Mas os primeiros têm primeiro. Quero dizer com isto que depois de espatifado o meio ambiente, a terra voltará certamente a recuperar a vida à sua superfície.
Tal como nos mercados: Depois de deixar à rédea solta os banqueiros, a economia estampa-se e recomeçará de novo. É o princípio do equilíbrio natural após o desastre.
Sobra um aspecto importante que não sei como o resolvem os neoliberais: a dependência energética e a estratégia dos blocos em confronto.
A Europa passa por estes dias de frio com uma espada de Dâmocles sobre o pescoço que muita gente parece não saber ver: A Rússia, às turras com a Ucrânia, corta o gás hoje, diz que o liga amanhã. E se não ligar? E se a Argélia fizer o mesmo? E se a Al-Qaeda um dia destes toma conta das torneiras no Golfo?
Não há nada a fazer em matéria de poupança de energia de modo a que ela não falte para os serviços essenciais?
Desligar o computador sempre que não está em serviço? Não chega. Mas pode ajudar. Muita gente, contudo, não faz isso, partindo, talvez do princípio que a energia é inesgotável. E, realmente é. Mas dá muito trabalho domesticá-la.
Tuesday, October 28, 2008
O PROBLEMA MAIOR

Thursday, July 03, 2008
Tuesday, July 01, 2008
O SABOR DO RIO
Sócrates considera "ultrapassada" discussão sobre barragem do Baixo Sabor
Para o primeiro-ministro, José Sócrates, a discussão em torno dos problemas ambientais da Barragem do Baixo Sabor está "ultrapassada", apesar das novas acções de protesto dos ambientalistas, levadas a cabo no dia da formalização da adjudicação da construção do empreendimento. "Todas as palavras estão ditas, resta construir" esta e outras barragens constantes do Plano Nacional, referiu José Sócrates em Picote, no concelho transmontano de Miranda do Douro.
Sunday, June 22, 2008
UM MILAGRE CHAMADO VASCO
Com a minha idade, um homem pode imaginar um país devolvido de repente a 1948 ou 1949, antes de enriquecer e de engordar com o petróleo barato. Bem sei que o Portugal de Salazar não serve de exemplo (mas já lá vamos). Por agora, basta falar da classe média urbana. Em Lisboa quase não se viam "automóveis" (como se dizia). Toda a gente andava de eléctrico (muitos do século XIX) ou de autocarro (de resto, poucos). Viagens não se faziam ou só se faziam de longe em longe com trepidação e sacrifício. Em casa, não existiam electrodomésticos fora a telefonia (um luxo) e o frigorífico (outro luxo) e o ocasional aspirador ou ferro de engomar (o fogão era naturalmente a gás). Não me lembro de ar condicionado: nem na escola, nem na faculdade, nem no trabalho. As roupas, como os livros, passavam de irmão a irmão ou de pais para filhos. Ninguém desaproveitava comida, meticulosamente medida e recozinhada, que ia ressuscitando de "prato" em "prato". Ninguém acendia a luz sem precisar. E o cinema estava reservado para sábado ou domingo (um dia por semana).
Quando comecei a sair de Portugal, num Mini perigosíssimo, não encontrei auto-estradas que me separassem do mundo, encontrei estradas de vinte e trinta anos com um trânsito suportável e até simpático. Em Inglaterra, apesar da euforia do tempo, as pessoas contavam tostões - libras, se quiserem - e andavam vestidas para "durar". Até em Londres (como na "Europa" inteira) o "automóvel" não se tornara ainda uma sufocação. Esse "equilíbrio" - se me permitem a palavra - acabou.
O slogan "mudar de vida" é uma pura fraude, com que os políticos mistificam a populaça. Tirando um milagre, voltar à pobreza é do que se trata. Pela força e pelo sofrimento.»
http://jumento.blogspot.com/2008/06/umas-no-cravo-e-outras-tanta-na_21.html
Wednesday, May 28, 2008
DILEMA DO LENÇOL
Manuel Pinho enviou hoje uma carta ao presidente em exercício do Conselho da Competitividade, o comissário Andrej Vizjack, e ao vice-presidente da Comissão Europeia, Gunther Verheugen, a pedir que o tema seja debatido nos conselhos de Competitividade e Energia com "a máxima urgência". O objectivo é identificar "as medidas a curto e a médio prazo que possam minimizar o efeito negativo da escalada do preço do petróleo", refere o comunicado. O ministro considera que a subida do preço do petróleo está "a ter um efeito negativo sobre a economia europeia a vários níveis com impactos preocupantes no crescimento económico, no poder de compra das famílias e na competitividade das empresas, em particular sobre as PME". Manuel Pinho considera "muito importante" que esta situação seja debatida a nível europeu, afirmando que no médio prazo se tem vindo a trabalhar no aumento da eficiência energética, na modernização do sistema de transportes e na maior utilização de energias renováveis.
Wednesday, May 21, 2008
INDICADORES
Tuesday, April 22, 2008
ALTERNATIVAS

Changing the Current
A wind farm in Palm Springs, Calif. In California, utilities must get 20 percent of their power from renewable sources by 2010
State Environmental Laws Drive Power Producers to Renewable Resources
Steven Mufson
http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2008/04/21/AR2008042103004.html
The Imperial Valley of California is ideal country for solar and wind power. It rains less than three inches a year. Temperatures hit 110 degrees in the summer. The wind blows pretty steadily, too. And it's just east of San Diego.
Now, because of a California law requiring utilities to get 20 percent of their electricity from renewable sources by 2010, this untapped renewable-energy basin has caught the attention of Sempra Energy. The utility, based in San Diego, gets only 6 percent of its electricity from renewable resources, so it has proposed building a transmission line to bring solar power from the desert to the city.
California is one of 25 states that have adopted laws that require electric utilities to use more renewable resources, and that has sent utilities scrambling to line up wind and solar projects across the country. Electric utilities that have long relied on coal, nuclear energy and natural gas to power their generating plants are buying into biomass projects from Minnesota to Virginia, solar plants in the deserts of California and Arizona, and wind farms from Maine to West Texas.
Yesterday, Dominion, a utility based in Richmond, said it would work with BP's alternative-energy unit to develop, own and operate wind farms in Virginia, part of an effort to meet a goal of getting 12 percent of its energy from renewable sources by 2022.
"There is a lot of opportunity for wind projects in Virginia, and we would hope we'd be able to bring a lot to the table working with BP," said Mark McGettrick, president and chief executive of Dominion Generation. McGettrick said the company was looking at several sites in western Virginia and onshore near the coastline.
Dominion gets only 2.9 percent of its energy from renewable resources and would need to add 1,325 megawatts of renewable capacity to meet the state's target. That's equal to almost two new coal-fired plants.
Although Congress failed to set a nationwide standard for utilities' use of renewable resources as part of its energy bill last year, bills passed by state legislatures are steering utilities away from power plants that generate greenhouse gases. Wind power accounted for 30 percent of all new U.S. generating capacity last year, according to the American Wind Energy Association.
Although Virginia's target is voluntary (the state's regulators will give utilities an extra two percentage points on their regulated profit margins to encourage compliance), most state laws carry stiff financial penalties for firms that fail to comply.
"The whole question has changed," said Jeffery Wolfe, chief executive of GroSolar, a Vermont solar installation firm. The new standards "are forcing the utilities to do things they wouldn't do."
According to a study by the Lawrence Berkeley National Laboratory, state renewable-electricity standards will lead to the addition of 60 gigawatts of renewable capacity by 2025, equal to 4.7 percent of projected U.S. electricity generation, or about 40 or 50 new nuclear power plants.
Neil Schmale, president of Sempra Energy, said California's standard is "very much affecting the way we do business because we're trying to meet that standard." Sempra has contracts in place that are supposed to boost renewables to 13 percent of its generation portfolio by 2010. And it's searching for more to meet the 20 percent threshold. "There's definitely some more work to do," Schmale said.
Other utilities are not as close to their mandated targets, but the deadlines tend to be further in the future.
In February, Arizona Public Service announced that it would build a 280-megawatt solar power plant, using mirrors to concentrate solar energy, heat fluid and generate steam for turbines. It is also building a small, 24 megawatt biomass plant. Arizona Public Service must get 15 percent of its power from renewables by 2025; now it gets less than 2 percent.
Some executives lament the lack of a national policy because the patchwork of state regulations pushes investment away from some of the most economical wind and solar projects. McGettrick said there are better wind prospects outside Virginia, but Dominion wants to change its footprint in its home state -- and take advantage of rate concessions being offered.
In California, Schmale said, a federal standard might allow utilities to link up with projects outside the state, including wind power in Texas or Wyoming, where wind blows stronger and steadier.
But in the absence of federal policy, governors, regardless of party affiliation, have made the renewable-electricity standards touchstones of their administrations.
Minnesota Gov. Tim Pawlenty (R) has embraced an ambitious standard -- 25 percent renewable use by 2025 -- that will require more than 5,000 megawatts of renewable projects, a total surpassed only by the needs of California and Illinois.
"The biggest barrier, we think, will be the transmission necessary," said Mike Bull, deputy director of Minnesota's office of energy security. To bring power from some of the state's windiest areas to its most populous will require 700 miles of new transmission lines, the state says. "There's a lot of attention, a lot of concern and a lot of effort going on to make sure we have the transmission capacity so we don't miss" the milestones, Bull said. "No one wants to be responsible for not meeting these milestones."








