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Sunday, November 04, 2007



Jean-Michel Basquiat, Untitled (1981) - 13 milhões de dólares, o segundo valor mais elevado atingido em leilões de arte contemporânea (artistas nascidos depois de 1945)

Wednesday, October 31, 2007

PINTURAS DA CHINA



Inspired by family photos from the Cultural Revolution period, as well as the European tradition of surrealism, Zhang Xiaogang’s paintings engage with the notion of identity within the Chinese culture of collectivism. Basing his work around the concept of ‘family’ –immediate, extended, and societal – Zhang’s portraits depict an endless genealogy of imagined forebears and progenitors, each unnervingly similar and distinguished by minute difference.
Often painted in black and white, Zhang’s portraits translate the language of photography into paint. Drawing from the generic quality of formal photo studio poses and greyscale palette, Zhang’s figures are nameless and timeless: a series of individual histories represented within the strict confines of formula. The occasional splotches of colour which interrupt his images create aberrant demarcations, reminiscent of birth marks, aged film, social stigma, or a lingering sense of the sitter’s self assertion.
Incorporating the aesthetic of traditional Chinese charcoal drawing, Zhang’s style wavers between the exaggeration of animation and stoic flatness. Muted and compliant, Zhang’s extended family convey individual identity through their unalterable physical features: too big heads, tiny hands, long noses, and subtle alterations in hairstyle give clues to intimate characteristics and stifled emotions. These dream-like distortions give a complex psychological dimension to Zhang’s work, heightening the tension of regulated claustrophobia, and initiating suggestive narrative readings.

Xiaogang Zhang (nasceu em 1958 e reside em Beiging) registou nove vendas acima de um milhão de dólares em menos de um ano.

QUANTO VALE O PAPA?



"The Pope"(1997), de Minjun Yue, é a obra que obteve o oitava melhor preço até hoje atingido em leilões de arte contemporânea. Foi leiloado pela Sotheby´s, em Londres, por 3,7 milhões de dólares.
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Yue Minjun Biography ,
1962, Born in Daqing, Hei Long Jiang province, China
1968, Moved to Beijing
1979, Worked as an electrician, Ocean Oil Company, Tianjin
1983, Graduated form Hebei Normal University, oil painting department
1996, Designed Redstar watch for The Artists Collection of Swatch Watches, 1996 Spring Collection


Artprice
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Quem foi que disse que tudo o que é chinês é barato?

Monday, October 01, 2007






SHANGAI, SETEMBRO 27
Museu de Xangai.
A China possui um património histórico dificilmente comparável em antiguidade e valor artístico a qualquer outra cultura.
O primeiro vaso (do conjunto acima) data de 3800 a.C.

Wednesday, August 15, 2007

MARTIN LUTHER KING - Made in China

CHANGSHA, China -- Inside a cavernous studio in this steamy inland city, Lei Yixin is molding clay into the shape of the Rev. Martin Luther King Jr. Lei scrutinizes every inch of the models -- the direction of King's gaze, the crinkle of his clothes, the way his arms are folded -- knowing that the final product will make its home among the other great American monuments in Washington.

For China's artists, the selection of Lei as the lead sculptor for the project, to be unveiled in 2009 on the Mall, is a triumphant moment. It is a recognition of how rapidly their status has progressed in the generation that has grown up since the repressive years of the Cultural Revolution.

Atlanta resident Lea Winfrey Young says the "outsourcing" by U.S. companies and organizations to China has gone too far this time. She and her husband, Gilbert Young, a painter, are leading a group of critics who argue that an African American -- or any American -- should have been picked for such an important project.
"Dr. King's statue is to be shipped here in a crate that supposedly says 'Made in China.' That's just obscene," Winfrey Young says.

Saturday, June 23, 2007

Moth










Moth, pastel sobre tela (160x120 cm) de Paula Rego, foi vendido no leilão da Cristrie´s da passada quarta-feira por 560 mil euros, passando a constituir um novo recorde da pintora.
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Entretanto, o britânico Damien Hirst, polémico por criar obras em formol , tornou-se no artista vivo mais cotado, batendo o recorde que há 18 anos pertencia ao norte-americano Jasper Johns.
A sua criação Lullaby Spring (primeira foto) foi vendida pela Sotheby´s por 19 milhões de dólares na quinta-feira, 21.
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O mundo da arte neste estranho mundo.

Friday, May 18, 2007

ROTHKO - (2)

Centro Branco (Amarelo, Rosa, Lavanda sobre Rosa), de Mark Rothko, foi vendido ontem no leilão da Primavera da Sotheby´s, em Nova Iorque, por cerca de 73 milhões dólares, que passou a ser valor recorde entre artistas do pós-guerra. O quadro, que pertencia ao magnata David Rockefeller, de 91 anos, foi adquirida por um comprador anónimo. Rockefeller conta oferecer as receitas a obras de caridade. Com ou sem intenção de comprar um lugar no céu, as doações de milionários constituem formas de redistribuição de rendimentos frequentemente obtidos de formas pecaminosas. Não sabemos se o comprador anónimo passou cheque, ordenou transferência ou pagou em notas.
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O recorde absoluto de preços no mercado da arte continua a pertencer a Jackson Pollock com Nº. 5, 1948 que terá sido vendido por 140 milhões de dólares (110 milhões de euros, na altura), ultrapassando "por pouco" os 107 milhões de euros atingidos por "Retrato de Adele Bloch-Bauer I" (1907), de Gustav Klimt, que, por sua vez, havia ultrapassado "Rapaz com Cachimbo" (1904), de Picasso, vendido por 83 milhões de euros. "Dora Maar com Gato" (1941), também de Picasso, 75 milhões de euros, é o terceiro do ranking.
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Relativizando, a riqueza anual produzida em Timor não "vale" mais que cerca de 7 0u 8 quadros de Rothko e menos de 5 de Pollok. O que só é chocante para quem faz contas destas. Os outros chamam-lhe demagogia.

Monday, May 14, 2007

Rothko - National Gallery - Washington DC




(ao amigo António B., com quem divago, de vez em quando, acerca destas coisas)

O Público da terça-feira passada publicava um artigo de Alexandra Prado Coelho (Temporada de leilões em Nova Iorque) sublinhando que "nunca como agora as leiloeiras deram tantas garantias aos vendedores. O mercado da arte continua imparável e a arte do pós-guerra em ascensão.
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Quando, em 1960, o milionário norte-
americano David Rockefeller comprou o quadro White Center, pintado dez anos antes pelo expressionista abstracto Mark Rothko, pagou por ele cerca de dez mil dólares. Passado quase meio século, o quadro - que esteve pendurado na entrada do escritório de Rockefeller quando ele era presidente do banco Chase Manhattan - é a estrela da temporada ...A Sotheby´s, que o vai leiloar, espera que ele atinja pelo menos 40 milhões de dólares... Obviamente que o senhor Rockefeller não precisa do dinheiro. Então por que é que está a vender? O senhor Rockefeller é um banqueiro que reconhece um bom negócio quando o vê, explicação da Economist ."
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Rothko é um dos pintores abstractos que mais me intriga. Vejo e revejo os seus quadros, tentando descortinar neles a luz que mobiliza os sentidos de tantos admiradores, sem êxito.
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Há cerca de um ano, Eduardo Prado Coelho, publicava no Público um artigo de crítica literária elogiando a originalidade da poesia de Maria Andresen, a propósito do seu "Livro das Passagens", acabado de editar na altura. Recomenda, EPC, que "é preciso fazer como a (Maria Andresen) diz da pintura de Rothko: "Mark Rothko/elevava as cores à ignorância de Deus".
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Perceberam? Suponho que o sr. Rockefeller acabou por desistir, e fazer dinheiro.

Wednesday, April 11, 2007

"Four-Sided Pyramid" - Sol LeWitt - National Art Gallery Garden


Sol LeWitt faleceu no passado domindo. Tinha 78 anos de idade.
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"The drawings he produced are mentally delicious. What makes them so delicious, so pleasing to the mind, is that he didn´t have to draw them. That´s because the artist, (...) employed what one might call the conceptual cookbook method..."
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Paul Richard - WP
more:

Sunday, April 08, 2007

Modernism (Corcoran - Abril 2007)


Modernism (Corcoran - Abril 2007)


A exposição "Modernism", no Corcoran, apresenta um extenso conjunto de obras do perído entre 1914 e 1939. De entre esse conjunto, apresenta-se à entrada da exposição este automóvel Tatra 77 , produzido na Checoslováquia em 1938, concepção de Hans Ledwinka, nascido no Império Austro-Húngaro em 1878 e falecido na Alemanha em 1967, e de Paul Jarau, também nascido no Império Austro-Húngaro, e falecido na Suiça em 1974.
Cerca de 1930, a companhia checa Tatra decidiu alterar radicalmente o design do carro que produzia então. O resultado foi a concepção e produção do Tatra T , o primeiro carro a ser produzido numa verdadeira cadeia de produção de automóveis, com um desenho aerodinâmico, e utilização intensiva de materiais modernos que lhe imprimiam resistência e luminosidade, era o mais avançado tecnicamente naquela época, e capaz de atingir velocidades que rivalizariam com os carros actuais.

Renoir a 3 dimensões ( Corcoran - Dezembro de 2005)


Tuesday, March 13, 2007

Hishhorn Museum (Washington DC)


ampliar : clicar na imagem

Thursday, December 28, 2006

O PODER DA ARTE


O Público noticiava e comentava, há dias, os valores que alguns quadros de arte moderna têm vindo crescentemente a atingir nos tempos mais recentes e, nomeadamente, nos últimos leilões da Christie´s e da Sotheby´s. Apenas numa noite a Christie´s facturou o valor mais elevado de sempre: 384 milhões de dólares em 78 lotes. A Sotheby´s, por seu lado, realizou o leilão mais vultuoso dos últimos 16 anos.

Jackson Pollock, Mark Rothko e Willem de Kooning, entre outros, vêm os seus trabalhos valorizados por preços que eles nunca imaginariam, e que chegam a superar o preço de um Boeing, admirava-se o comentador do P'ublico.

Para um ultra-liberal estas são boas notícias do funcionamento dos mercados. Os preços atingidos são a resultante transparente das leis da oferta e da procura nesta actividade de transacções de obras de arte. Ninguém é coagido a vender por menos ou a comprar por mais. Não há distorções de concorrência em monopólio. Não há assimetria de informação. O mercado da arte é, por conseguinte, o exemplo mais acabado de um mercado livre de qualquer entorse.

E no entanto, a notícia acrescenta que são russos, chineses, árabes, entre outros novos ricos, as novas vedetas dos leilões. O dinheiro que transborda desta gente tem geralmente cheiros específicos.

Mas não é de cheiros de dinheiro que trata o ultra liberalismo, já se sabe.
E muito menos deste cheiros, claro.
Também não cuidam os ultraliberais de saber que a exponencial de crescimento dos preços da arte contemporânea correlaciona-se com outra, de perfil parecido, correspondente ao enriquecimento acelerado de uns quantos e é, na razão inversa, reflexo do depauperamento crescente de muitos.